Começo com uma reflexão profunda sobre as metamorfoses que tenho observado no campo da gestão de projetos, particularmente sob a lente do empreendedorismo que permeia nossa formação acadêmica. É fascinante perceber como esta disciplina, outrora ancorada em estruturas rígidas e previsibilidade linear, tem se reinventado para responder às demandas de um mundo em constante transformação. A ruptura com os paradigmas tradicionais Minha primeira observação recai sobre a transição epistemológica que presenciamos. O modelo clássico de gestão de projetos, fundamentado no Project Management Institute (PMI) e suas metodologias waterfall , embora ainda relevante em contextos específicos, tem cedido espaço para abordagens mais fluidas e adaptativas. Esta mudança não representa apenas uma evolução técnica, mas uma verdadeira revolução ontológica na forma como concebemos o trabalho colaborativo e a criação de valor. As metodologias ágeis, com destaque para o Scrum, Kanban e mais recentemente o SAFe (...